O Mexilhão-Dourado (Limnoperna fortunei) é um molusco de água doce, de 3 a 4 centímetros, que possui uma concha com duas valvas articuladas. Trata-se de uma espécie exótica e invasora, originária do Sudeste Asiático. Sua presença em rios, lagos e reservatórios de diversas regiões do Brasil, vem causando problemas aos ambientes onde se reproduz, já que provoca danos à agricultura irrigada e à pesca, interfere na cadeia alimentar e prejudica o sistema de abastecimento de água e a geração de energia, já que entope as tubulações, obstrui sistema de refrigeração e filtragem.

Introduzido acidentalmente na América do Sul por meio da água de lastro dos navios, o mexilhão-dourado possui a capacidade de incrustação, crescimento acelerado, enorme força reprodutiva e rápida dispersão. Sua larva fixa-se e cresce em superfícies duras, como cascos e motores de embarcações, tubulações, filtros, rochas, tanques redes troncos de árvore, etc. Essas características tornam o mexilhão-dourado uma verdadeira praga, tanto em termos ambientais como econômicos.

Ciente da presença da espécie no rio Araguari, o CCBE comunicou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Polícia de Meio Ambiente; Comitê da Bacia hidrográfica do rio Araguari (CBH), Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE) e as usinas hidrelétricas de Miranda e Nova Ponte, situadas a montante das usinas do Complexo Energético Amador Aguiar.

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